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A líder
Manuela D’Ávila (RS) ressaltou que o esforço do partido “é para que seja votada
uma reforma política por inteiro e que não atenda apenas aos interesses dos
grandes partidos”. Segundo ela, o receio é o de que, “como sempre, os
grandes partidos se unam e tomem medidas antidemocráticas, como foi no ano em
que a cláusula de barreira foi aprovada a pretexto de se fazer uma reforma
política”.
O PCdoB
defende uma reforma ampla. O dois grandes pontos de convergência do projeto são
o financiamento exclusivamente público da campanha eleitoral e acoincidência de
mandatos nos níveis municipal, estadual e federal.
A bancada
comunista é contra uma reforma parcial e defende as coligações proporcionais,
que podem ser desfeitas após a eleição, diferentemente do sistema de federações
proposto; o financiamento de campanha exclusivamente público, o que tornará a
disputa mais igual entre os partidos e candidatos, e possibilitaria um maior
controle por parte da justiça eleitoral e da Receita; e a lista pré--ordenada,
que permite a sintonia do eleitor com os programas partidários.
Henrique
Eduardo Alves disse que se esforçará para que a reforma seja apreciada e votada
em conjunto, sobretudo a validação proporcional, que seria votado ao final para
que não fosse o único motivo a justificar a votação.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Liderança do PCdoB/CD
Tatiana Alves
Liderança do PCdoB/CD
Tatiana Alves

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