Da Assessoria
Mais de trezentas famílias integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra MST ocuparam na manhã de ontem sexta – feira 19, a Unidade Avançada do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Incra de Cáceres. Despejados no último dia 03 da fazenda Rancho Verde os trabalhadores estavam alojados em condições subumanas no ginásio de esportes “Didi Profeta” . O prédio desativado há dois anos pela defesa civil , corre o risco de desabamento, além disso, os banheiros estão interditados e falta alimentação.Segundo o movimento na semana passada, uma criança teria contraído diarréia após ter ingerido fezes de pombos.
Em reunião com Fred Cebalho, executor do Incra Cáceres durante todo o dia de ontem as famílias denunciaram o fato ao promotor de justiça André Almeida, representantes do Centro de Direitos Humanos, aos poderes:executivos e legislativo, sociedade civil organizada e entidades de classes.Em seguida eles decidiram permanecerem no órgão até que seja encontrada uma área para acordo de comodato.
Durante a reunião os trabalhadores distribuíram panfleto com manifesto Pró Reforma Agrária.”O material visa chamar atenção da sociedade em geral para um problema que não é só do INCRA e dos trabalhadores mas de toda os cacerense, tanto é que várias entidades apóiam a nossa luta, afirma Dida Messias, integrante do MST.
No final da tarde de ontem 19 o prefeito de Cáceres,Túlio Fontes, DEM também participou de uma reunião com os trabalhadores e prometeu entrar em contato com o proprietário da fazenda Rancho Verde na próxima segunda feira para intermediar um possível acordo de comodato.
Localizada no perímetro urbano de Cáceres com uma área de 2,3 mil hectares o latifúndio , improdutivo estava ocupada por trabalhadores desde o dia 15 de junho. Eles foram retirados da área no último dia 03 por ordem judicial expedida pela juíza, Cristiane Costa Marques, da 1ª Vara Cível Cáceres.
www.olhardireto.com.br
Em reunião com Fred Cebalho, executor do Incra Cáceres durante todo o dia de ontem as famílias denunciaram o fato ao promotor de justiça André Almeida, representantes do Centro de Direitos Humanos, aos poderes:executivos e legislativo, sociedade civil organizada e entidades de classes.Em seguida eles decidiram permanecerem no órgão até que seja encontrada uma área para acordo de comodato.
Durante a reunião os trabalhadores distribuíram panfleto com manifesto Pró Reforma Agrária.”O material visa chamar atenção da sociedade em geral para um problema que não é só do INCRA e dos trabalhadores mas de toda os cacerense, tanto é que várias entidades apóiam a nossa luta, afirma Dida Messias, integrante do MST.
No final da tarde de ontem 19 o prefeito de Cáceres,Túlio Fontes, DEM também participou de uma reunião com os trabalhadores e prometeu entrar em contato com o proprietário da fazenda Rancho Verde na próxima segunda feira para intermediar um possível acordo de comodato.
Localizada no perímetro urbano de Cáceres com uma área de 2,3 mil hectares o latifúndio , improdutivo estava ocupada por trabalhadores desde o dia 15 de junho. Eles foram retirados da área no último dia 03 por ordem judicial expedida pela juíza, Cristiane Costa Marques, da 1ª Vara Cível Cáceres.
www.olhardireto.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário